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sábado, 5 de fevereiro de 2022

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Valores, Ética e Responsabilidade | nº 615 - 1 fevereiro de 2022

Agora que o novo ano já percorreu um doze avos do nosso calendário, que os desejos das Festas e do Novo Ano se mantenham.

Um mês cumprido de 2022. Ainda é o “ano novo” e fazem-se balanços a 2021. Será no futuro conhecido como o segundo ano da pandemia. Também será conhecido como mais um ano da tremenda crise climática e assinale-se, agora que entramos neste Fevereiro, que Janeiro foi um mês de seca extrema. Aguardamos com expectativa sombria o relatório do IPMA sobre o mês que findou esta madrugada.
Começamos esta semana com o contributo de Luís Veiga Martins, Chief Sustainability Officer da Nova SBE, que nos fala dos temas que vamos ouvindo nas notícias e que cada vez mais merecem a nossa atenção. Não se estranha que os desafios climáticos estejam no topo das preocupações sempre que um inquérito é posto em marcha. Luís Veiga Martins traz-nos um estudo realizado pelo CEMS que reúne 34 universidades de vários países. Se é esta a grande preocupação demonstrada, é desta grande preocupação que devemos tratar e não há volta a dar.
No ciclo de debates de preparação para o congresso da ACEGE, adiado para Abril devido à situação pandémica, o núcleo do Ribatejo reuniu quatro vozes que trabalham na área agrícola, primordial no combate à crise climática, seja pelo seu papel no cultivo dos solos que estão à mercê directa destas alterações, seja pelo seu papel preponderante na sustentabilidade da biosfera. Ouvimos quem ouve a terra por trabalhá-la de perto e este testemunho merece a máxima atenção.
E porque no ciclo se aborda a crise humanitária decorrente das alterações climáticas e dos conflitos que afligem uma grande parte do mundo, trazemos o relatório da Oxfam aos nossos leitores, que ilustra bem o agravamento das desigualdades originado pela pandemia. Há efectivamente muitos pobres no mundo e as condições em que vivem merecem a nossa reflexão e todo o nosso cuidado. Estes números representam pessoas e nunca o devemos esquecer.
quarto conteúdo desta semana é-nos entregue por Mariana Esteves, investigadora da Nova SBE. O balanço social que apresenta não nos mostra uma situação bonita. Os indicadores estão todos na zona de alarme e, mais uma vez, estes números representam pessoas e famílias. Mais uma reflexão que propomos aos nossos leitores.
Agora que o novo ano já percorreu um doze avos do nosso calendário, que os desejos das Festas e do Novo Ano se mantenham. Afinal bem sabemos que as miss Universo têm toda a razão quando lhes perguntam pelos grandes desejos que querem ver realizados.

ESTA SEMANA

Naturalmente, o ambiente no topo dos desafios do Século XXI
“Os desafios ambientais passaram a estar no topo da tabela com uns expressivos 43% depois de em 2018 terem ficado no segundo lugar com menos 20 pontos percentuais”
 
“Hoje em dia os portugueses não ambicionam desempenhar uma profissão agrícola”
“os casos de Odemira e das estufas do Oeste percorreram a comunicação social e podem transmitir uma imagem errada do que realmente se passa, pois as boas notícias não merecem…
 
“Não há vacina contra a desigualdade”
“Este apartheid no acesso às vacinas está a tirar vidas e a colocar uma carga ainda mais pesada na desigualdade em todo o mundo”
 
“Portugal, Balanço Social 2021”
“Os dados provisórios do primeiro ano de pandemia (…) apontam para mais 200 mil pessoas em situação de pobreza entre 2019 e 2020, ou seja, um total de 1,9 milhões…
 

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2022

A trilogia da ficção do século XX

A trilogia da ficção do século XX

Existem três livros que são referência quando se fala em obras de ficção científica do século XX. Publicados em décadas diferentes e por autores diferentes, os três juntos são considerados uma trilogia que mostra um futuro apocalíptico assustador a quem está acostumado às regras atuais (ou daquela época) que vigoram na sociedade. Mesmo datando de muitos anos atrás, quando a tecnologia era mais escassa e nem se ouvia falar em telefones celulares, esses três livros não deixam de conter um enredo atual. Tratam-se de Admirável Mundo Novo, de Aldous Huxley1984, de George Orwell, e Laranja Mecânica, de Anthony Burgess.

O grande fio que une essas obras, além de serem futuristas, é a alienação. Os autores representaram personagens que vivem em mundos onde tudo é controlado, mas que esconde um descontrole que torna o ambiente um lugar caótico. Apenas lendo o enredo das obras para visualizar melhor essa trilogia que marcou o ramo da ficção no século passado.

Admirável Mundo Novo

Admirável Mundo Novo foi publicado por Aldous Huxley em 1932, e retratava uma época futurista onde as crianças são criadas em laboratório e são “programadas” a pertencerem a uma determinada classe social e respeitar todas as leis e regras da sociedade. A alienação é total: não há dilemas morais, religiosos ou sociais. Qualquer dúvida que ouse penetrar na mente de algum cidadão desse mundo é sanada com o consumo da “soma”, a droga da felicidade. Não há família, não há religião, não há senso comum, não há escolhas.

Dentro desse mundo, Bernard Marx se sente diferente. Ao encontrar Linda e seu filho John, que vivem ainda conforme os preceitos do “passado”, Bernard vê uma chance de se impor com superioridade. Ter filhos era inconcebível, e Linda e John sofrem preconceitos e são tidos como “selvagens” nessa sociedade altamente organizada.

No livro, Huxley dá voz à sua preocupação com os constantes avanços da sociedade e, principalmente, com os governos totalitaristas. Ele mostrou que a civilização peca pelo excesso: não pode ser perdida e sem respeito às regras, mas também não pode ser obediente demais.

1984

Em 1949 é a vez de outra obra literária chocar o mundo com sua visão apocalíptica do futuro. É 1984, onde George Orwell apresenta uma sociedade totalmente controlada, que com mentiras mantém todos em uma sensação de conforto ilusório. Nesse ano, que para nós já é passado, o mundo é governado pelo Grande Irmão. Todos são vigiados em seus trabalhos e nas próprias casas pelas tele-telas. Notícias e livros são constantemente alterados para mostrar eficiência e exatidão nas previsões do governo. Nada é contestado e as pessoas que apresentarem qualquer sinal de oposição literalmente somem do mapa. Tudo é fortemente controlado para manter o Partido no poder, qualquer ameaça é descoberta e exterminada.

Aqui, Winston, funcionário do Departamento da Verdade, começa a perceber as falhas da sociedade. Uma nova língua é imposta, o canto de hinos e de demonstração de ódio para com outras ideologias é obrigatório. As palavras, justamente por conta da Novilíngua, perdem seu sentido. A verdade é a mentira, o amor é a guerra. Ninguém está seguro, nem mesmo aqueles que seguem à risca todos os “mandamentos” ditados pelo Partido. A simples fagulha mental de tentar ser diferente é uma condenação.

Laranja Mecânica

Já Laranja Mecânica, de 1962, apresenta uma sociedade fora do controle. Os jovens retratados por Anthony Burgess tomam conta da vida urbana com crueldade e extrema violência. Eles roubam, espancam, estupram e matam qualquer pessoa, não respeitando autoridade ou idade. A fim de controlar essa “ultra-violência”, as entidades que devem cuidar da segurança optam por punir esses jovens com a mesma moeda.

Alex, um adolescente de 15 anos, é chefe de uma gangue e acaba por ser preso depois de uma noitada catastrófica. Ele se torna a cobaia de um novo método de conter a violência: o Ludovico. E o livro traz a pergunta: é possível mudar a natureza de uma pessoa e soltá-la na sociedade normalmente, como se nada tivesse acontecido? Ela terá realmente uma “vida nova”?

Essas três obras chocam pelo seguinte aspecto: a falta de livre arbítrio. Dentro de Admirável Mundo Novo, você nasceria pronto para respeitar todas as regras sociais. Em 1984, você teria de abdicar dos prazeres e confortos até chegar ao ponto de nem lembrar de sua existência. Em Laranja Mecânica, você se rende à violência ou, caso esteja do outro lado e passe pelo “Tratamento Ludovico”, você se vê incapaz de matar até uma mosca contra a sua vontade. A sociedade, daquela época e de hoje, não se vê vivendo de outra forma senão em uma que te ofereça escolhas. Os três livros são altamente recomendados para vermos que a sociedade em que vivemos hoje é ruim em vários aspectos, mas maravilhosa comparada com as da ficção. 







1 – Fahrenheit 451 (1953), de Ray Bradbury

John Wyndham, Ray Bradbury e outros escritores em alta durante a década de 1950 foram leituras de formação para Margaret Atwood, então uma grande consumidora de ficção científica e ficção especulativa. Escrito após o término da Segunda Guerra Mundial, Fahrenheit 451 revolucionou a literatura com um texto que condena a opressão anti-intelectual nazista e revela sua apreensão numa sociedade opressiva do mundo pós-guerra. O livro descreve um governo totalitário, num futuro incerto, mas próximo, que proíbe qualquer livro ou tipo de leitura, prevendo que o povo possa ficar instruído e se rebelar contra o status quo. Em 1966, o diretor François Truffaut adaptou o livro e lançou o filme homônimo.

2 – 1984 (1949), de George Orwell

Publicado originalmente em uma edição simples em brochura da qual Margaret Atwood ainda se recorda, o futurista 1984 é um dos romances mais influentes do século XX e se impõe como uma poderosa reflexão ficcional sobre a essência nefasta de qualquer forma de poder totalitário. Na história, Winston vive aprisionado na engrenagem de uma sociedade completamente dominada pelo Estado, onde tudo é feito coletivamente, mas em que cada pessoa vive sozinha. Ninguém escapa à vigilância do Grande Irmão, a mais famosa personificação literária de um poder cínico e cruel.

3 – Admirável mundo novo (1932), de Aldous Huxley

Ao lado de Fahrenheit 451 1984esse foi um dos livros que despertou o interesse de Margaret Atwood por distopias quando a escritora ainda era adolescente – fascínio que perdurou durante o período de sua graduação em Harvard no início dos anos 1960.  O romance distópico de Aldous Huxley mostra uma sociedade inteiramente organizada segundo princípios científicos, na qual pessoas são programadas em laboratório e adestradas para cumprir seu papel numa sociedade que louva o avanço da técnica, a linha de montagem, a produção em série e a uniformidade. Em Admirável mundo novo, a literatura, a música e o cinema só têm a função de solidificar o espírito de conformismo.

sexta-feira, 14 de janeiro de 2022

VER

“Trato da minha vida”, mas também “trato da vida dos outros”, Alfredo da Silva

Porque tratar da nossa vida sem deixar de contribuir para melhorar a vida dos outros parece um bom lema para o ano difícil que temos pela frente, a frase proferida pelo  “capitão da indústria” nascido há 150 anos dá igualmente mote ao artigo em destaque esta semana: a intervenção de José de Mello em mais um encontro de preparação para o Congresso da ACEGE, no qual passado e futuro se entrecruzam e o legado se mantém inalterado.
Mas e como estamos a iniciar 2022 contando com uma contínua imprevisibilidade, o VER publica igualmente uma síntese dos principais riscos globais que nos esperam nos próximos anos a partir do habitual Global Risks Report para 2022, publicado esta semana pelo Fórum Económico Mundial. A ler com muita atenção.
Para os líderes empresariais, optámos por escrever sobre cinco tendências de gestão eleitas pelo IBM Institute for Business Value as quais, e como realça o estudo em causa, deverão ser tomadas em linha de conta a curto e médio prazo.
Para quem viu (ou não) o filme mais falados do último mês – “Don’t Look Up” – e sobre o qual tanto já se falou, uma análise alternativa, apoiada na ciência no geral e na astronomia no particular. Para os curiosos.

A fechar e na rubrica de Opinião, Nuno Gama Pinto escreve sobre a apresentação do novo quadro europeu para a economia social em que a Comissão Europeia – com dois anos de atraso – se compromete a ajudar a reforçar a capacidade de intervenção e a resiliência demonstrada por este sector tão importante. 


“As ideias de pertença ao grupo são um farol para todos os colaboradores”, afirma José de Mello
“Preservar a história é fundamental para a aprendizagem com o passado para os bons exemplos a que felizmente se pode deitar mão para aprender no futuro”
 
Riscos Globais 2022 e os tempos árduos e imprevisíveis que nos esperam
Apenas 16% dos inquiridos sentem-se optimistas quanto às perspectivas futuras para o mundo - versus 61% que se mostram preocupados - e somente 11% acreditam que a recuperação global irá…
 
Transformação digital, talento e confiança devem inspirar líderes empresariais
“As empresas estão a redefinir a forma como os seres humanos e a tecnologia trabalham em conjunto e, muito importante, a criar culturas organizacionais que colocam as pessoas em primeiro…
 
Don´t Look Up, o filme a que todos deram um “look”
“À procura de fantasmas ou do que nos possa transformar em fantasmas – a eminência de uma extinção global está para lá da esfera sublunar ou nos ares da atmosfera?”
 

Um novo quadro europeu para a economia social
“A responsabilidade pela aplicação do Pilar Europeu dos Direitos Sociais e pela execução dos planos de ação atrás referidos, cabe, em grande medida, aos Estados-membros”

quarta-feira, 12 de janeiro de 2022

The Order of Time


 

The Order of Time

By Carlo Rovelli

One of Time’s 10 Best Nonfiction Books of the Decade: A leading theoretical physicist explores time in this “compact and elegant” New York Times bestseller (Nature) that examines the science behind one of the universe’s enduring mysteries. “Meet the new Stephen Hawking… A dazzling book” (The Sunday Times).
Science 

terça-feira, 11 de janeiro de 2022

Momentos Estelares da Humanidade, de Stefan Zweig


BULA LITERÁRIA SEMANAL

Momentos Estelares da Humanidade
PORTES GRÁTIS
10% CARTÃO
16,60€
POUPE 1,66€

Indicado para: desconhecimento da história universal; baixos índices de leitura por suposta falta de tempo; fome de cultura geral; falta de ambição;
Efeitos secundários: definição de novos objetivos de vida; episódios de arrojo; aumento da visão global e melhor compreensão do mundo; urgência em descobrir momentos estelares protagonizados por mulheres;
Posologia: um a dois capítulos ao sábado ou domingo de manhã, antes de pegar no telemóvel/tablet.

 

https://biblioteca.bertrand.pt/reader/index.html

Momentos Estelares da Humanidade, de Stefan Zweig, é um conjunto de catorze episódios onde o escritor austríaco narra alguns dos momentos que mudaram o curso da História. Nestas miniaturas, Stefan Zweig revela-nos como a contribuição individual do ser humano, com o seu poder de criar e de descobrir, e o seu desejo de transcender os limites impostos pelo espaço e pelo tempo, permitiu dar um rumo diferente e decisivo ao destino da humanidade. Entre os vários acontecimentos sumptuosamente descritos pelo autor, assistimos à conquista de Bizâncio pelos turcos, à descoberta do oceano Pacífico pelo aventureiro Vasco Núñez de Balboa, às circunstâncias em que surgiu o hino A Marselhesa, às peripécias da montagem da primeira linha telegráfica transatlântica, à história de amor que inspirou Goethe para a criação da sua Elegia de Marienbad e à crise que levou Händel a compor o glorioso Messias.

«Um povo deve gerar milhões de homens antes de nascer um génio; é sempre preciso que milhões de horas inúteis se passem no mundo antes de surgir uma hora de real importância histórica. Por sua vez, cada um destes momentos marca um rumo durante décadas e séculos. [...] O que normalmente se desenrola devagar, de maneira sucessiva ou sincrónica, comprime-se num único instante que determina e decide tudo: um único sim, um único não, um gesto adiantado ou atrasado torna esta hora irrevogável para cem gerações e determina a vida de um indivíduo, de um povo, e até o destino da humanidade.
Tais horas de grande concentração dramática, portadoras do destino, onde uma decisão capital se condensa num único dia, numa só hora e, muitas vezes, num só minuto, são raras na vida de um indivíduo e são raras ao longo da História. Procuro aqui evocar, a partir das mais variadas épocas e regiões, alguns desses momentos estelares — chamei-lhes assim porque, resplandecentes e inalteráveis como estrelas, brilham para além da noite do efémero.» [do prefácio do autor]













BIOGRAFIAVER -

Stefan Zweig nasceu a 28 de novembro de 1881 em Viena e é um dos mais importantes autores europeus da primeira metade do século XX. Dedicou-se a quase todas as atividades literárias: foi poeta, ensaísta, dramaturgo, novelista, contista, historiador e biógrafo. De ascendência judaica, empreendeu em 1934 um exílio voluntário da Áustria, então sob domínio do regime fascista de Dollfuss (austrofascismo), e viveu na Inglaterra, nos Estados Unidos da América e no Brasil, onde se viria a suicidar em 1942. Da sua extensa obra, destacam-se as novelas Amok (1922) e Confusão de Sentimentos (1927), a biografia Magalhães, o Homem e o seu Feito (1937), o ensaio Brasil, País do Futuro (1941) e a autobiografia O Mundo de Ontem (1942). A Novela de Xadrez foi a sua obra derradeira, concluída pouco antes do seu suicídio, a 22 de fevereiro de 1942.




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terça-feira, 23 de novembro de 2021

5 books I loved reading this year

 5 books I loved reading this year

Lately, I’ve found myself drawn to the kinds of books I would’ve liked as a kid.
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When I was a kid, I was obsessed with science fiction. Paul Allen and I would spend countless hours discussing Isaac Asimov’s original Foundation trilogy. I read every book by Edgar Rice Burroughs and Robert Heinlein. (The Moon Is a Harsh Mistress was a particular favorite.) There was something so thrilling to me about these stories that pushed the limits of what was possible.

As I got older, I started reading a lot more non-fiction. I was still interested in books that explored the implications of innovation, but it felt more important to learn something about our real world along the way. Lately, though, I’ve found myself drawn back to the kinds of books I would’ve loved as a kid.

5 books I loved reading this year

My holiday reading list this year includes two terrific science fiction stories. One takes place nearly 12 light-years away from our sun, and the other is set right here in the United States—but both made me think about how people can use technology to respond to challenges. I’ve also included a pair of non-fiction books about cutting-edge science and a novel that made me look at one of history’s most famous figures in a new light.

I read a lot of great books this year—including John Doerr’s latest about climate change—but these were some of my favorites.

1

A Thousand Brains: A New Theory of Intelligenceby Jeff HawkinsFew subjects have captured the imaginations of science fiction writers like artificial intelligence. If you’re interested in learning more about what it might take to create a true AI, this book offers a fascinating theory. Hawkins may be best known as the co-inventor of the PalmPilot, but he’s spent decades thinking about the connections between neuroscience and machine learning, and there’s no better introduction to his thinking than this book.

2

The Code Breaker: Jennifer Doudna, Gene Editing, and the Future of the Human Raceby Walter Isaacson. The CRISPR gene editing system is one of the coolest and perhaps most consequential scientific breakthroughs of the last decade. I’m familiar with it because of my work at the foundation—we’re funding a number of projects that use the technology—but I still learned a lot from this comprehensive and accessible book about its discovery by Nobel Prize-winning biochemist Jennifer Doudna and her colleagues. Isaacson does a good job highlighting the most important ethical questions around gene editing.

3

Klara and the Sunby Kazuo IshiguroI love a good robot story, and Ishiguro’s novel about an “artificial friend” to a sick young girl is no exception. Although it takes place in a dystopian future, the robots aren’t a force for evil. Instead, they serve as companions to keep people company. This book made me think about what life with super intelligent robots might look like—and whether we’ll treat these kinds of machines as pieces of technology or as something more.

4

Hamnetby Maggie O’FarrellIf you’re a Shakespeare fan, you’ll love this moving novel about how his personal life might’ve influenced the writing of one of his most famous plays. O’Farrell has built her story on two facts we know to be true about “The Bard”: his son Hamnet died at the age of 11, and a couple years later, Shakespeare wrote a tragedy called Hamlet. I especially enjoyed reading about his wife, Anne, who is imagined here as an almost supernatural figure.

5

Project Hail Maryby Andy WeirLike most people, I was first introduced to Weir’s writing through The Martian. His latest novel is a wild tale about a high school science teacher who wakes up in a different star system with no memory of how he got there. The rest of the story is all about how he uses science and engineering to save the day. It’s a fun read, and I finished the whole thing in one weekend.





terça-feira, 16 de novembro de 2021

3 livros infantis para desenvolver a inteligência emocional

 Quando professoras e educadoras me questionam sobre que materiais podem ter nas suas salas para desenvolver a inteligência emocional, aumentar a autoconsciência ou iniciar trabalho sobre emoções, respondo-lhes sempre o mesmo…..

Podes começar por ter-te a Ti o mais presente e consciente que te fôr possível e uma boa biblioteca.

COM ESTA IDEIA EM MENTE, DEIXO AQUI SUGESTÕES DE 3 LIVROS INFANTIS PARA DESENVOLVER A INTELIGÊNCIA EMOCIONAL.

  • O pássaro da Alma, Michal Snunit, Vega


Este é um dos meus livros favoritos de sempre.

Profundo, claro, e maravilhoso para explorar por crianças bem pequenas.

As crianças ficam a perceber o que são emoções e nós com uma óptima estratégia para falar sobre elas facilmente.

Não sei se sabes, mas é que dentro da nossa Alma mora um pássaro.

O Pássaro da Alma é feito de gavetas e mais gavetas. E dentro delas, vivem emoções….

Passados vários anos, tenho alunos que ainda me dizem “Juliana, o meu pássaro abriu a gaveta da alegria” ou “a gaveta da raiva saiu cá para fora e eu não consegui parar ….”


  • O Grande Livro dos Super-Poderes, Susana Isern, Bizâncio


Sabes, é que todos nós temos um super-poder que podemos partilhar com o mundo.

Existem super-poderes infinitos: o optimismo, a valentia, dançar, contar histórias, a memória ou a organização entre tantas outras coisas…..

Todos eles podem ser diamantes escondidos da nossa personalidade.

Este livro feito de pequenas histórias, cada uma com a sua personagem principal, explica-nos como cada um de nós é diferente e especial.

As ilustrações vibrantes e inspiradoras são um dos super-poderes deste livro super criativo.


  • Emocionário (Diz o que Sentes), Rafael R. Valcarcel e Cristina Nuñez Pereira, Texto Editores


Para crianças a partir dos 5-6 anos, o Emocionário é um dicionário de emoções.

Dá significado a 42 emoções, explicando por palavras simples o que é cada uma delas.

É um óptimo livro para explicar o que é um dicionário.

Óptimo para possibilitar investigações profundas sobre o que podemos sentir em determinados momentos do dia-a-dia.


Já conhecias algum destes livros?

Tens o teu favorito?

Responde a este email e partilha comigo. Vou adorar receber novas sugestões de livros para ler com os meus miúdos.

Gosto de te ter deste lado,

Juliana Barroso

SHIFT - O Poder Curativo do Coração, Jorina Elbers, MD

  O Poder Curativo do Coração Com Jorina Elbers, MD https://theshiftnetwork.com/Hearts-Hidden-Role-Healing-Stress-Trauma/recording?utm_sourc...